— Confesse.
— O quê?
— Você morre de saudades.
— Não, não é assim.
— Como é, então?
— Eu vivo de saudades.
Não sei se a vida é curta ou longa demais pra nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração da pessoas.
Eu quero que você saiba, que se você cair, tropeçar, eu te levantarei do chão. Se você perder a fé em si mesmo, eu te darei força pra sair dessa. Me fale que você não vai desistir, pois eu estarei esperando.










